Histórias Policiais

Histórias Policiais (2006)

Relógio D’Água

para o meu pai

constituído por quatro partes:

Os insuspeitos

Numa manhã fria

All we see, and all we seem,
are but a dream.
A dream within a dream
Edgar Allan Poe

I – O nevoeiro
II – O medo do escuro
III – Qualquer coisa de partido
IV – A charneca
V – Ninguém tinha os olhos mais azuis
VI – O demónio em ti
VII – Aquele inverno em Londres
VIII – O fundo do poço
IX – O dia está a chegar
X – As sombras na charneca
XI – A água doce
XII – O fim do mundo
Epílogo

A noite dá-me um nome

Quando os relógios batem tão perto
como dentro do próprio coração,
e as coisas com vozes débeis
perguntam umas às outras:
Estás aí? – :

então não sou o mesmo que de manhã acordou,
a noite dá-me um nome
que nenhum daqueles a quem de dia falei
ouviria sem angústia –

Cada porta
cede dentro de mim…
R. M. Rilke

I – A rua fantasma
II – A faca e o sangue
III – Fantasmas
IV – Vampiros ao amanhecer
V – O pântano
VI – A casa da tempestade
VII – O quarto fechado
VIII – Aranhas e morcegos
IX – A torre
X – Butler
XI – Histórias
XII – Água
XIII – A história de Kathleen
XIV – No principio era a água
XV – Desenhos

A cidade fantasma

In a real dark night of the soul it is always three o’clock in the morning, day after day. – Francis Scott Fitzgerald

I – Os pássaros
II – Pesadelos
III – Old movies
IV – Na outra casa
V – As imagens
VI – A cidade fantasma
VII – O gelo
VIII – Pessoas que se alimentam de pessoas
IX – Nas cavernas
X – O poço
XI – As garras
XII – A noite

As novelas “A noite dá-me um nome” e “A cidade fantasma” tiveram uma primeira publicação na Editorial Caminho em 1993, tendo sido revistas pela autora para esta edição.

Capa – sobre pormenor de Nocturne in grey and gold – Piccadilly de Whistler.