A Outra

Livro novo nas bancas.

«A porta abriu-se sem que ninguém lhe tivesse tocado. O vento trouxe as folhas para dentro de casa, num movimento suave, com algo de musical. A porta estava aberta e o vento fazia as folhas entrarem no vestíbulo. As folhas tinham um tom castanho, algumas vermelho forte. Devia ser o Outono. A rapariga de vestido castanho estava imóvel num canto. Olhava para a porta com uma expressão assustada. Era ainda mais jovem do que eu, e muito bonita. Ele gosta de nós jovens e bonitas. Eles gostam de nós jovens e bonitas.»

 

Este livro recebeu o Prémio Literário Edmundo Bettencourt 2010, atribuído pela Câmara do Funchal.

Lido em primeira mão aqui: Jornal da Madeira

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