ALTA VELOCIDAD-NUEVA NARRATIVA PORTUGUESA

Do post anterior recupero o último parágrafo:

Resta acrescentar que Ana Teresa Pereira, ainda em relação ao seu trabalho deste ano, acaba de integrar a “Antologia do Conto Português”, organizada por João de Melo e publicada também em Espanha, ao lado de grandes nomes da literatura de todos os tempos.

Não sei se a tradução em castelhano é esta, mas pelo menos foi a única que encontrei:

Alta Velocidad

Portugal. 16 escritores portugueses. 16 cuentos. Ésta es la causa de este interesantes y refrescante libro que no debería pasar desapercibido. En su mayoría se trata de buenos relatos y algunos más que buenos de escritores jóvenes del país vecino.
(…)
Hay otras interesantes relatos que se alejan de estos propósitos, como José Eduardo Agualasa con su magistral El cansancio de los inmortales, el bello relato L de Jacinto Lucas Pires, el cómico La conquista suprema de Paulo Moreiras, el motivo hitchconiano El punto de vista de las gaviotas de Ana Teresa Pereira, el rulfoniano Otras historias del hombre de Francisco Duarte Mangas, el relato de tintes políticas Muñecas alemanas de Pedro Rosa Mendes o el policíaco Las lágrimas de Sydney de Francisco José Viegas.Y aún hay muchos más. Debería servir este libro para dos cosas: primero, disfrutar de la calidad y variedad de sus relatos, y segundo, para que los lectores curiosos siguieran investigando libros de estos autores. Es de agradecer proyectos como éste, que den a conocer a escritores que tienen mucho que decir, y más en esta Europa que marcha hacia la intercomunicación social, política y cultural. Y es curioso que sepamos tan poco de nuestros vecinos lusos. Con este libro se demuestra eso que ya se dice en voz alta: que Portugal está creciendo, que a pesar de la precariedad socio-cultural de la que ellos mismos se vienen quejando, tienen muchas cosas que decir y que demostrar al resto de Europa y del mundo (y no sólo la reciente Eurocopa). Una Portugal joven y dinámica se abre camino. Aplaudo iniciativas editoriales como ésta (¿para cuándo otra antología de un país prácticamente desconocido literariamente?).

Vem também este post no “seguimento” de um e-mail da Renata Botelho, recebido n’ orostodedeus, que fala da falta de divulgação e distribuição dos livros de Ana Teresa Pereira:

(…)falar-se mais dela, ter-se mais consciência colectiva de que em Portugal há uma escritora de primeira água, e que o seria em qualquer parte do mundo(…) A obra da ATP nunca se transformaria em algo menos luminoso, menos enorme, por ser comprada e lida por mais pessoas. Nunca seria uma escritora de massas, para leitores sem critério ou consumidores medíocres. Continuaria a ser seguida por quem a ama, e por outros mais que a amariam também. E seria mais valorizada. Como muitos dos nomes realmente importantes da história da grande literatura mundial, onde a
obra dela tem toda a qualidade para figurar! (…)
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